Ruptura de fibras no gêmeo: recupera...e bem!


As lesões em gêmeos (músculos biarticulares com alta proporção de fibras rápidas), não são muito comuns no mundo do esporte, e talvez por isso não sejam tão conhecidos dos possíveis protocolos de recuperação. Dentro de cada uma delas, a ruptura parcial da cabeça medial (gêmeo interno) em sua união musculotendinosa é a mais comum, conhecida também como "perna de tenista". Esta nomenclatura pode ser importante para diferenciá-la, através de diagnóstico, do "sintoma da pedrada", que ocorre nas lesões musculares no sóleo (músculo que completa o tríceps sural junto ao gêmeo). Em relação à ruptura fibrilar do gêmeo, você tem que ser muito prudente e será muito importante fazer um acompanhamento portadores jornal para controlar a reparação adequada, com uma cicatriz. Se, pelo contrário, ocorre um hematoma miofacial (também chamado de mioaponeurótico) entre o músculo gêmeo interno e o músculo sóleo, a evolução será mais lento e vai ter que alongar os prazos de retorno aos treinos, pelo menos de 8 a 10 semanas. Para evitar esse hematoma, este tipo de lesão é aconselhável, além do RICE, durante os primeiros dias de um bandage Enfatizamos este aspecto, pois é comum encontrar casos em que os serviços de saúde ou o próprio paciente não abrange a possibilidade de que ocorra. A presença de um hematoma interfascial contraindica a hipertermia (aplicação de calor), o que quer dizer que as medidas com frio devem ser aplicados com maior freqüência, e em caso de que a evolução não fosse boa e persistiese este hematoma miofacial, pode indicar a presença de fazer um tratamento baseado na punção-aspiração do hematoma. É mais, em casos difíceis, pode estar indicada a punção e, no mesmo ato, introduzir plasma rico em plaquetas (PRP). Em seguida, indica-se o protocolo de recuperação aconselhado: