Perguntas frequentes proteínas-carboidratos-gorduras


Os hidratos de carbono, como o seu nome indica, são compostos que possuem em sua estrutura carbono e água, portanto, respondem à fórmula química (CH2O)n. A mais importante é a glicose, que tem 6 átomos de carbono 12 hidrogênio e 6 oxigénio (n=6). O glicogênio é um polímero de glicose, isto é, glicogênio = (glicose)n = (C6H12OU6)n. Em seguida, o glicogênio, que é como são armazenados os hidratos de carbono em nosso organismo, pode-se separar em "n" moléculas de glicose. São aqueles que podem ser oxidados por aeróbica para obter energia. São: Serina, Alanina, Glicina, Valina, Metionina, Cisteína, Prolina, Arginina, Glicina, Asparagina, Glucina, Arginina e Histidina. Além disso, há outros que ainda não são puramente glucogénicos, podem ser utilizados como fonte de energia. São chamados de "glucocetogénicos" e são: Isoleucina, Fenilalanina, Treonina, Triptofano, Hidroxiprolina e Tirosina. Estes aminoácidos são degradarán para obter energia quando o exercício é muito demandante, em períodos de jejum ou quando as reservas de glicogênio e gordura estão baixas. Não é comum que isso aconteça, pois não são reações químicas espontâneas (que ocorrem de forma natural na natureza). No entanto, quando no organismo, há um equilíbrio positivo de nitrogênio e são dadas as condições adequadas, isto poderia acontecer. É provável que, para os atletas que querem aumentar sua massa muscular sem aumentar os níveis de gordura. Para isso, tanto o treinamento como a ingestão calórica devem estar em proporção. As proteínas são formadas por moléculas pequenas, chamadas de aminoácidos (heidi s) que se ligam uns aos outros através do denominado " ligação peptídica. A união destes aminoácidos, os peptídeos. A glicose ingerida em excesso para as necessidades calóricas, se converte em ácidos graxos e estes em triglicerídeos, que são depositados no tecido adiposo. É por isso que, em termos gerais, quando se pretende ganhar massa muscular e manter uma dieta hipercalórica, com predomínio de CH, o referido aumento de massa vá acompanhado de um aumento do percentual de gordura corporal, mesmo que seja pequeno. Quantitativamente, o maior armazenamento de energia em forma de gordura. Do ponto de vista alimentar os de maior importância são os triglicerídeos, os fosfolipídios e o colesterol. Quando a demanda de energia por parte do músculo em repouso é elevada (alto metabolismo), uma elevada percentagem das gorduras ingeridas e do tecido adiposo tentam cobrir essa demanda energética. No entanto, quando isso não acontece (metabolismo lento), as gorduras ingeridas vão-se acumulando na forma de tecido adiposo como reserva energética. Quando há uma desproporção entre o metabolismo dos carboidratos e dos lipídios, o fígado forma, os "corpos cetónicos" a partir da degradação de ácidos graxos. Sua síntese ocorre em resposta a baixos níveis de glicose no sangue e depois do esgotamento das reservas celulares de glicogênio. Nesta situação, podem-se utilizar os aminoácidos para obter ácidos graxos livres que são imediatamente oxidados. Ao lado dos cetogénicos puros (Lisina e Leucina), os glucocetogénicos também têm esta capacidade (Isoleucina, Fenilalanina, Treonina, Triptofano, Hidroxiprolina e Tirosina).