Músculo subclavio, supino e dor de ombro


Continuamos encontrassem; durante dois anos as possíveis causas da dor de ombros derivado da realização de exercícios de empurra, onde o supino é o rei. Para o fazer, prestando atenção para a imagem seguinte, tenho certeza que muitos vos dais por mencionados a respeito da sensação de dor na zona anatómica que se palpa o sujeito. Nela se encontra o subclavio, um músculo de tamanho pequeno e coberto por o peitoral maior. O subclavio se origina da união da primeira cartilagem costal com a primeira costela e se estende lateralmente até a face inferior da clavícula. A sua ação é a de diminuir e estabilizar a clavícula. Durante a execução do supino (vamos fazer referência ao plano, mas pode se estender para outras variantes de impulsos), a ação principal localiza-se no peitoral maior, peitoral menor, deltóide anterior, serrato maior e menor, e tríceps (extensores de braços quando o peso está na frente do corpo). Além disso, atuam os estabilizadores do ombro para evitar o momento cinético da barra (maguito rotador de, ligamentos humerales, e musculatura escapular e úmero). Neste ponto, podemos encontrar uma diferença notável ao realizá-lo com peso livre de frente para fazê-lo em máquina guiada (biotech), pois no segundo caso, não há momento cinético da barra. Talvez isso nos levaria a pensar que é menos "perigoso" realizá-lo em biotech, mas a realidade não é bem assim, porque todos nós temos uma tendência a uma certa assimetria natural que a máquina guiada não permite desenvolver. Isso faz com que a musculatura estabilizadora tenha que atuar no sentido de compensar esta falta de naturalidade do movimento, por exemplo, descendo a clavícula para acomodar o exercício. Não podemos esquecer também da falta de técnica (retração escapular ou rotação interna do úmero) para a falta de ativação dos estabilizadores – entre os quais se encontram, como vimos dizendo, o subclavio – e a tração para cima das costelas, 1ª e 2ª aos músculos escalenos, pertencentes ao pescoço. Tudo isso pode ocasionar uma contratura dolorosa deste músculo e resulta no denominado síndrome do estreito superior ou do plexo braquial, que se deve a uma compressão do pacote vasculonervioso entre a clavícula e o músculo subclavio. Assim, produz dor e parestesias desde o ombro até a mão e mudanças de temperatura e/ou localização do pulso no membro se há comprometimento vascular (artérias), agravado ainda pela abdução do membro superior. Os sintomas dependem da origem da compressão e se ela afeta a artéria, veia ou nervo, mas esta última parece ser a mais frequente e até mesmo se transformar em dor de cabeça occipital. Por outro lado, a compressão venosa é menos frequente, mas está associada a edemas. Sem dúvida, uma vez que isto acontecer, haverá que aplicar frio durante as primeiras 24 a 48 horas, dependendo da gravidade, bem como guardar um certo repouso e ir ao fisioterapeuta para realizar massagem se a área permite. De pouco servirá, a partir de então, seguir mantendo repouso, pois o que se busca é reabilitar, fortalecer e corrigir a deficiência de força e técnica. Haverá, portanto, deve incluir exercícios de alongamento, força e consciência para evitar padrões posturais disfuncionais recorrentes na prática de exercício físico e de vida diária (exemplo: atitude cifótica). Se olharmos mais além, o treino de relaxamento pode ser útil para fazer o download da musculatura envolvida, melhorando a respiração, diafragma e a consciência postural. Em relação a isso, eu recomendo fazer o menor número de exercícios possíveis em máquinas guiadas em que você tem que se adaptar a máquina (e não o contrário, como ocorre com peso livre). Em HSN já temos aconselhado também variantes para fazer desaparecer a dor, e nosso companheiro Powerexplosive foi tratado em alguns vídeos conselhos práticos: