As proteínas e dano renal


Em uma época onde se vê o efeito positivo de dietas hiperproteicas a nível de composição corporal e de saúde, não é de admirar que um grupo de pessoas se alarmen ao não cumprir com as ultrapassada recomendações de 60% de carboidratos, cupcakes na base da pirâmide, não passar de 15%, proteínas etc. A razão disso, muitos deles tentam manchar deste macronutriente, culpándolo de problemas ósseos, dano renal e hepático. Obviamente, o mais indicado é por isso que é a proteína de WHEY. No entanto, o que É real esse dano a nível renal? Pode-Se dizer que é o órgão ao qual se lhe associam mais problemas, o consumo de shakes de proteína. A função dos rins é filtrar fluidos e a maioria das substâncias, onde posteriormente se ejetam do organismo através da urina. É considerado, juntamente com o coração e fígado, como os órgãos que mais trabalham a nível corporal, onde 20-25% do sangue que bombeia o coração vai para os rins, filtrando cerca de 125mL por minuto, ou o que é o mesmo, 180 LITROS/dia. Quando aumentamos a ingestão de proteínas na dieta, dá-se um ligeiro aumento da uréia e creatina, em comparação com uma dieta alta em hidratos de carbono. Este ligeiro aumento tolerada pelo corpo, com normalidade, com exceção de enfermos de gota ou insuficiência geral, no ENTANTO, ESSA NÃO É A POPULAÇÃO DE QUE FALAMOS, SE NÃO DE POPULAÇÃO SAUDÁVEL. Ainda assim, vamos aos estudos e vejamos o que dizem os ensaios de um aumento no consumo de proteínas e função renal. Mais uma vez verificamos duas coisas: (Mary C apenas uma quinzena,2003) comparou uma dieta alta em proteínas( 30% de proteínas, 40% de carboidratos e 30% de gorduras), em frente a uma dieta de recomendação comum ( 15% proteínas 55% de carboidratos, 30% de gorduras) para Copiar tal e qual a conclusão do estudo: Por que isso é importante? Porque o consumo abusivo de açúcar e, como resultado, a diabetes, são o principal responsável pelo dano renal (United States Renal Data System, USRDS). Relatório anual de dados do USRDS 2007. Não obstante, as recomendações atuais são baseadas em um 55-60% de nossa dieta provenientes dos açúcares, que como comentei anteriormente, acompanhado de sedentarismo pode provocar resistência à insulina, um pior do uso da glicose a nível celular e, consequentemente diabetes, hipertensão arterial e dano renal. Ainda assim, sigamos um pouco mais,que está ficando interessante: Algo que chama muito a atenção é o efeito que pode ter uma dieta alta em proteínas sobre a pressão sangüínea, segundo o responsável pelas insuficiências renais após a diabetes como acabamos de ver. Assim, podemos ver que uma ingestão elevada de proteínas (30% das calorias totais) ajuda a prevenir problemas de tensão arterial e diabetes, os quais são o responsável por 70% das insuficiências renais. Pensar que tomar um shake de proteínas de SORO de leite, com uma contribuição de 25-30g de proteínas nos vai produzir um dano a nível renal é despejar um copo de água no mar. Como vimos, a função renal é estável mesmo com ingestões protéicas próximo a 3g de proteína/kg de peso, devido a que o corpo pode tolerar essa quantidade de uréia, no entanto, passar de 2,5 g de proteína/kg não tem nenhum benefício. Para a maioria das pessoas lhes basta, com uma ingestão de 1,8 g-2.4 g de proteína, incluindo atletas. Sob nenhuma circunstância devemos fazer grandes ingestões de 4.5-5g de proteína/kg, uma vez que estas SE podem causar um dano renal aguda, devido a incapacidade do organismo a metabolizar a quantidade de ureia produzida pela oxidação de aminoácidos. Espero que com esta entrada possais estar mais tranquilos, realizando uma ingestão de vossa proteína. Já sabeis, realizar exercício, consumid frutas, legumes,gorduras, proteínas e bastante água, e o vosso rim vos dar as graças. Saudações! S. Espinar